sábado, 14 de julho de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
O QUADRO RELIGIOSO NO BRASIL E NO MUNDO
NO
BRASIL
Que o Brasil é o quinto maior país do mundo em Extensão territorial?
Que sua população é de aproximadamente 170 milhões de habitantes?
Que os cristãos no país formam cerca de 92% da população religiosa?
Que existem mais de 1 milhão de muçulmanos e 500 mesquitas no Brasil?
Que a primeira igreja protestante a chegar no Brasil foi a “ Igreja Reformada Holandesa”?
Que Brasília é considerada a capital mundial do esoterismo?
Que os evangélicos no Brasil somam o total de 15,45% da população, ou seja, 26,1 milhões?
Que a maior igreja evangélica do país e a que mais cresce é a Assembléia de Deus com cerca de 10 milhões de membros?
Que o Brasil é considerado o maior país espírita do mundo?
Que o Brasil é considerado o maior país católico do mundo?
Que os católicos são cerca de 153.0000 milhões?
Que o Brasil é 2° país no mundo em Testemunhas de Jeová?
Que os mórmons cresceram cerca de 80% desde sua chegada aqui no Brasil?
Que o movimento protestante que mais cresce são os carismáticos (neopentecostais) seguidos pelos pentecostais?
Que a região brasileira que mais comporta evangélicos é a região norte (Rondônia, Amapá, Roraima e Amazonas) com 18,3%?
Que Rondônia é o Estado que tem maior proporção evangélica do país, cerca de 27,75%?
NO MUNDO
Que a população mundial é mais de 7 bilhões de habitantes?
Que existem 10.000 seitas no mundo?
Que existem mais de 2.000 religiões?
Que existem 6.000 mil seitas na África e 1.200 nos Estados Unidos?
Que a maior religião do mundo é o cristianismo com mais de 2,1 bilhões de adeptos?
Mesmo assim, a religião que mais cresce no mundo não é o cristianismo, mas o islamismo?
Que existem cerca de 1.2 bilhão de islâmicos em todo o mundo?
Que mais de 80% dos muçulmanos nunca ouviram o evangelho?
Que destes 6 bilhões, 2/3 não é cristã?
Que no mundo hoje, há aproximadamente 6 milhões de Testemunhas de Jeová?
Que há aproximadamente 10 milhões de mórmons espalhados pelo mundo?
Que há 200 milhões de espíritas kardecistas?
Que De cada 100 pessoas...
-19 são muçulmanas
-18 não têm religião ou são atéias
-17 são católicas
-17 são cristãs não-católicas (ortodoxos, anglicanos, protestantes, evangélicos, pentecostais)
-14 são hinduístas
-6 são budistas
- 9 são de facções diversas
-Um em cada três cristãos sofre perseguição
-Um em cada dez indivíduos no mundo é um cristão perseguido.
Que em 1900 havia 525 milhões de cristãos?
Que este nº aumentou no ano 2.000 para 2 bilhões?
Que um pouco mais de 24% de todos os cristãos atualmente são pentecostais ou carismáticos (neopentecostais)?
Que os pentecostais e carismáticos (neopentecostais) cresceram mais de 100 vezes, dos 3,7 milhões em 1900 para mais de 500 milhões em 2000?
Que a maior igreja evangélica do mundo está na Coréia do Sul com aproximadamente, 1 milhão de membros?
Que o Brasil é o quinto maior país do mundo em Extensão territorial?
Que sua população é de aproximadamente 170 milhões de habitantes?
Que os cristãos no país formam cerca de 92% da população religiosa?
Que existem mais de 1 milhão de muçulmanos e 500 mesquitas no Brasil?
Que a primeira igreja protestante a chegar no Brasil foi a “ Igreja Reformada Holandesa”?
Que Brasília é considerada a capital mundial do esoterismo?
Que os evangélicos no Brasil somam o total de 15,45% da população, ou seja, 26,1 milhões?
Que a maior igreja evangélica do país e a que mais cresce é a Assembléia de Deus com cerca de 10 milhões de membros?
Que o Brasil é considerado o maior país espírita do mundo?
Que o Brasil é considerado o maior país católico do mundo?
Que os católicos são cerca de 153.0000 milhões?
Que o Brasil é 2° país no mundo em Testemunhas de Jeová?
Que os mórmons cresceram cerca de 80% desde sua chegada aqui no Brasil?
Que o movimento protestante que mais cresce são os carismáticos (neopentecostais) seguidos pelos pentecostais?
Que a região brasileira que mais comporta evangélicos é a região norte (Rondônia, Amapá, Roraima e Amazonas) com 18,3%?
Que Rondônia é o Estado que tem maior proporção evangélica do país, cerca de 27,75%?
NO MUNDO
Que a população mundial é mais de 7 bilhões de habitantes?
Que existem 10.000 seitas no mundo?
Que existem mais de 2.000 religiões?
Que existem 6.000 mil seitas na África e 1.200 nos Estados Unidos?
Que a maior religião do mundo é o cristianismo com mais de 2,1 bilhões de adeptos?
Mesmo assim, a religião que mais cresce no mundo não é o cristianismo, mas o islamismo?
Que existem cerca de 1.2 bilhão de islâmicos em todo o mundo?
Que mais de 80% dos muçulmanos nunca ouviram o evangelho?
Que destes 6 bilhões, 2/3 não é cristã?
Que no mundo hoje, há aproximadamente 6 milhões de Testemunhas de Jeová?
Que há aproximadamente 10 milhões de mórmons espalhados pelo mundo?
Que há 200 milhões de espíritas kardecistas?
Que De cada 100 pessoas...
-19 são muçulmanas
-18 não têm religião ou são atéias
-17 são católicas
-17 são cristãs não-católicas (ortodoxos, anglicanos, protestantes, evangélicos, pentecostais)
-14 são hinduístas
-6 são budistas
- 9 são de facções diversas
-Um em cada três cristãos sofre perseguição
-Um em cada dez indivíduos no mundo é um cristão perseguido.
Que em 1900 havia 525 milhões de cristãos?
Que este nº aumentou no ano 2.000 para 2 bilhões?
Que um pouco mais de 24% de todos os cristãos atualmente são pentecostais ou carismáticos (neopentecostais)?
Que os pentecostais e carismáticos (neopentecostais) cresceram mais de 100 vezes, dos 3,7 milhões em 1900 para mais de 500 milhões em 2000?
Que a maior igreja evangélica do mundo está na Coréia do Sul com aproximadamente, 1 milhão de membros?
Um
Abraço em Cristo
Pr.
Capelão Edmundo Mendes Silva
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
"Tenho prontas as feras..." - Martírio de São Policarpo

O martírio de São Policarpo é uma das mais antigas "paixões epistolares". Discípulo do apóstolo João, Policarpo foi feito bispo de Esmirna, uma das mais importantes comunidades cristãs.
Muitos cristãos conhecem de cor a frase: “Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida” (Apocalipse 2.10). Esta pequena frase faz parte da carta escrita à igreja de Esmirna. No mesmo versículo, alias antes da frase já citada, lemos o seguinte: “Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias.” Notemos que “Sê fiel até a morte” não significa ser fiel até o fim da vida, até a velhice, mas significa ser fiel mesmo sob a ameaça de martírio, de assassinato por causa da fé em Cristo.
O bispo da igreja de Esmirna nessa mesma época era Policarpo. A Bíblia não relata quais foram as perseguições que os cristãos de Esmirna sofreram, mas nós temos o conhecimento do martírio de Policarpo. Abaixo esta o relato do livro História Eclesiástica que conta como se deu a morte do amado bispo, ou seja, de como ele viveu literalmente o texto sê fiel até a morte.
Em Esmirna (Turquia), no ano 155, a intolerância manifestou-se com o martírio do bispo Policarpo, provocado pela multidão enfurecida. O magistrado Herodes procedeu à prisão do bispo que, entretanto tinha deixado a cidade. Mandou-o levar ao estádio onde procurou convence-lo a renegar a fé:
- Pensa na tua idade e jura pelo gênio de César, convence-te uma vez por todas a gritar a morte dos ateus.
- Sim, morram os ateus!
- Jura e coloco-te em liberdade; amaldiçoa o Cristo.
- Fazem 86 anos que o sirvo, e ele nada fez de errado para comigo; como posso blasfemar contra o meu Rei e Salvador?
- Tenho prontas as feras; se não mudas de idéia lanço-te a elas.
- Chama-as! Nós cristãos não admitimos que se mude, passando do bem ao mal, mas acreditamos que é preciso converter-nos do pecado à justiça.
- Se não te importam as feras e se continuas a ter a mesma idéia fixa farei com que sejas consumido pelo fogo.
- Ameaças-me com um fogo que queima por pouco e depois se apaga; vê-se que não conheces aquele do juízo futuro, da pena eterna reservada aos ímpios. Porque queres ser condescendente? Faz o que quiseres.
Dizia isso com coragem e serenidade, irradiando tal graça do seu rosto, que nem parecia que fosse ele o processado, mas sim o Procônsul. Quando a fogueira foi preparada, amarraram-no com as mãos às costas, como um carneiro de um grande rebanho escolhido para o sacrifício, holocausto aceito por Deus. Elevando os olhos, ele rezou:
- Eu te bendigo, Senhor Deus onipotente, porque me fizeste digno deste dia e desta hora, de ser enumerado entre os mártires, de compartilhar o cálice do teu Cristo, para ressuscitar à vida eterna da alma e do corpo na incorruptibilidade do Espírito Santo.
Concluída a oração, a fogueira foi acesa; as chamas, porém, dobrando-se em forma de abóbada, como se fosse uma vela inchada pelo vento, circundou o corpo do mártir como um muro. Estava no meio não como corpo que queima, mas como pão que se doura assando ou como ouro e prata que são refinados no cadinho; sentiu-se um perfume como de incenso ou outro aroma precioso. Afinal, um carnífice matou-o com a espada.
Estaríamos nos pronto para manifestar o nosso verdadeiro sentimento de amor e adoração a Deus em Cristo Jesus, como policarpo o fez .
Que Deus em Cristo nos abençoe a entender o sentido de sacrifício.
Um abraço
Pr. Edmundo
Muitos cristãos conhecem de cor a frase: “Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida” (Apocalipse 2.10). Esta pequena frase faz parte da carta escrita à igreja de Esmirna. No mesmo versículo, alias antes da frase já citada, lemos o seguinte: “Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias.” Notemos que “Sê fiel até a morte” não significa ser fiel até o fim da vida, até a velhice, mas significa ser fiel mesmo sob a ameaça de martírio, de assassinato por causa da fé em Cristo.
O bispo da igreja de Esmirna nessa mesma época era Policarpo. A Bíblia não relata quais foram as perseguições que os cristãos de Esmirna sofreram, mas nós temos o conhecimento do martírio de Policarpo. Abaixo esta o relato do livro História Eclesiástica que conta como se deu a morte do amado bispo, ou seja, de como ele viveu literalmente o texto sê fiel até a morte.
Em Esmirna (Turquia), no ano 155, a intolerância manifestou-se com o martírio do bispo Policarpo, provocado pela multidão enfurecida. O magistrado Herodes procedeu à prisão do bispo que, entretanto tinha deixado a cidade. Mandou-o levar ao estádio onde procurou convence-lo a renegar a fé:
- Pensa na tua idade e jura pelo gênio de César, convence-te uma vez por todas a gritar a morte dos ateus.
- Sim, morram os ateus!
- Jura e coloco-te em liberdade; amaldiçoa o Cristo.
- Fazem 86 anos que o sirvo, e ele nada fez de errado para comigo; como posso blasfemar contra o meu Rei e Salvador?
- Tenho prontas as feras; se não mudas de idéia lanço-te a elas.
- Chama-as! Nós cristãos não admitimos que se mude, passando do bem ao mal, mas acreditamos que é preciso converter-nos do pecado à justiça.
- Se não te importam as feras e se continuas a ter a mesma idéia fixa farei com que sejas consumido pelo fogo.
- Ameaças-me com um fogo que queima por pouco e depois se apaga; vê-se que não conheces aquele do juízo futuro, da pena eterna reservada aos ímpios. Porque queres ser condescendente? Faz o que quiseres.
Dizia isso com coragem e serenidade, irradiando tal graça do seu rosto, que nem parecia que fosse ele o processado, mas sim o Procônsul. Quando a fogueira foi preparada, amarraram-no com as mãos às costas, como um carneiro de um grande rebanho escolhido para o sacrifício, holocausto aceito por Deus. Elevando os olhos, ele rezou:
- Eu te bendigo, Senhor Deus onipotente, porque me fizeste digno deste dia e desta hora, de ser enumerado entre os mártires, de compartilhar o cálice do teu Cristo, para ressuscitar à vida eterna da alma e do corpo na incorruptibilidade do Espírito Santo.
Concluída a oração, a fogueira foi acesa; as chamas, porém, dobrando-se em forma de abóbada, como se fosse uma vela inchada pelo vento, circundou o corpo do mártir como um muro. Estava no meio não como corpo que queima, mas como pão que se doura assando ou como ouro e prata que são refinados no cadinho; sentiu-se um perfume como de incenso ou outro aroma precioso. Afinal, um carnífice matou-o com a espada.
Estaríamos nos pronto para manifestar o nosso verdadeiro sentimento de amor e adoração a Deus em Cristo Jesus, como policarpo o fez .
Que Deus em Cristo nos abençoe a entender o sentido de sacrifício.
Um abraço
Pr. Edmundo
terça-feira, 6 de outubro de 2009
HOMENS QUE LUTARAM E MORRERAM POR UMA MISSÃO .....CONTINUA....

Inácio – Antioquia – ano 111
O imperador Trajano promulgara um edito afirmando que todos os cidadãos do Império Romano seriam obrigados a fazer sacrifícios aos deuses de Roma ou enfrentariam sérias conseqüências.
De forma geral, Trajano obtivera bastante sucesso, exceto com a seita dos cristãos, cujos seguidores sempre se recusavam a obedecer–lhe. Quando chegou a Antioquia, decidiu julgar Inácio publicamente como forma de inibir outros cristãos que também se negavam a sacrificar aos deuses romanos. Inácio era o líder da igreja de Antioquia e um cristão de renome, principalmente depois da morte de João, ocorrida poucos anos antes.
Trajano olhou para Inácio com desprezo e disse:
– Quem é você, verme miserável, que desafia e ignora minhas ordens e ainda convence outros a fazer o mesmo, apesar de saber que trará sobre si uma dolorosa morte?
Com tranqüilidade, porém firme, Inácio se defendeu diante do imperador e de toda a multidão, dizendo que continuaria a desobedecer à ordem real, e incentivaria outros a fazerem o mesmo, porque "Jesus Cristo é o único Deus verdadeiro". Trajano questionou Inácio sobre Jesus, perguntando–lhe se aquele de quem falava era o indivíduo que fora crucificado por Pôncio Pilatos. Inácio respondeu:
– Sim, e ele mora em meu coração. Surpreso, o imperador perguntou–.
– Então você diz que carrega um homem crucificado dentro de você?
– Certamente – Inácio respondeu – Pois está escrito: "Eu habitarei neles e neles andarei".
Ao ouvir isso, Trajano resolveu pronunciar a sentença – "Vejo que este homem está incuravelmente envolvido pela superstição dos cristãos. Portanto, ordeno que Inácio, que afirma carregar em si aquele que foi crucificado, seja levado por soldados a Roma, onde será devorado por animais selvagens para entreter o povo".
Para a surpresa de Trajano, a condenação a uma dolorosa morte não abateu Inácio, que olhou para o céu e disse–. "Agradeço–Te, Senhor, por ter–me dado a honra de mostrar a Ti todo o meu amor, e por permitires que ficasse acorrentado assim como foi com o apóstolo Paulo". E disse mais “sou trigo de Deus e os dentes das feras á de me fazer trigo para ser servido com pão diante do altíssimo”
Nos meses que se seguiram, Inácio foi escoltado até Roma por dez soldados, onde foi novamente preso, julgado e submetido a terrível torturas para que blasfemasse contra o nome de Jesus e sacrificasse aos deuses de Roma. Entretanto, Inácio, ao contrário de ter sua fé abalada, se fortalecia ainda mais no Senhor.
Por fim, foi levado diante do Senado, que o condenou imediatamente a ser jogado aos leões.
Ao ser lançado na arena antes do ataque das feras, Inácio olhou para a multidão e proclamou seu amor a Jesus dizendo aos presentes que seu único crime era amar a Deus e não se curvar diante dos ídolos de Roma.Assim que acabou de falar, dois leões foram soltos e atacaram o bispo de Antioquia. Tão brutal foi o ataque dos animais que, em poucos minutos, não havia vestígios de seu corpo nem sequer dos ossos. Ele foi despedaçado, mas a luz do seu exemplo brilha através dos séculos.
O imperador Trajano promulgara um edito afirmando que todos os cidadãos do Império Romano seriam obrigados a fazer sacrifícios aos deuses de Roma ou enfrentariam sérias conseqüências.
De forma geral, Trajano obtivera bastante sucesso, exceto com a seita dos cristãos, cujos seguidores sempre se recusavam a obedecer–lhe. Quando chegou a Antioquia, decidiu julgar Inácio publicamente como forma de inibir outros cristãos que também se negavam a sacrificar aos deuses romanos. Inácio era o líder da igreja de Antioquia e um cristão de renome, principalmente depois da morte de João, ocorrida poucos anos antes.
Trajano olhou para Inácio com desprezo e disse:
– Quem é você, verme miserável, que desafia e ignora minhas ordens e ainda convence outros a fazer o mesmo, apesar de saber que trará sobre si uma dolorosa morte?
Com tranqüilidade, porém firme, Inácio se defendeu diante do imperador e de toda a multidão, dizendo que continuaria a desobedecer à ordem real, e incentivaria outros a fazerem o mesmo, porque "Jesus Cristo é o único Deus verdadeiro". Trajano questionou Inácio sobre Jesus, perguntando–lhe se aquele de quem falava era o indivíduo que fora crucificado por Pôncio Pilatos. Inácio respondeu:
– Sim, e ele mora em meu coração. Surpreso, o imperador perguntou–.
– Então você diz que carrega um homem crucificado dentro de você?
– Certamente – Inácio respondeu – Pois está escrito: "Eu habitarei neles e neles andarei".
Ao ouvir isso, Trajano resolveu pronunciar a sentença – "Vejo que este homem está incuravelmente envolvido pela superstição dos cristãos. Portanto, ordeno que Inácio, que afirma carregar em si aquele que foi crucificado, seja levado por soldados a Roma, onde será devorado por animais selvagens para entreter o povo".
Para a surpresa de Trajano, a condenação a uma dolorosa morte não abateu Inácio, que olhou para o céu e disse–. "Agradeço–Te, Senhor, por ter–me dado a honra de mostrar a Ti todo o meu amor, e por permitires que ficasse acorrentado assim como foi com o apóstolo Paulo". E disse mais “sou trigo de Deus e os dentes das feras á de me fazer trigo para ser servido com pão diante do altíssimo”
Nos meses que se seguiram, Inácio foi escoltado até Roma por dez soldados, onde foi novamente preso, julgado e submetido a terrível torturas para que blasfemasse contra o nome de Jesus e sacrificasse aos deuses de Roma. Entretanto, Inácio, ao contrário de ter sua fé abalada, se fortalecia ainda mais no Senhor.
Por fim, foi levado diante do Senado, que o condenou imediatamente a ser jogado aos leões.
Ao ser lançado na arena antes do ataque das feras, Inácio olhou para a multidão e proclamou seu amor a Jesus dizendo aos presentes que seu único crime era amar a Deus e não se curvar diante dos ídolos de Roma.Assim que acabou de falar, dois leões foram soltos e atacaram o bispo de Antioquia. Tão brutal foi o ataque dos animais que, em poucos minutos, não havia vestígios de seu corpo nem sequer dos ossos. Ele foi despedaçado, mas a luz do seu exemplo brilha através dos séculos.
(Olhando o fim da vida de Inácio você não sente nojo da Teologia da Prosperidade???)
Um Abraço
Pr. Edmundo
sábado, 26 de setembro de 2009
HOMENS QUE LUTARAM E MORRERAM POR UMA MISSÃO

João Huss - Reformador antes da Reforma
João Huss nasceu por volta de 1370 de uma família camponesa que vivia na pequena aldeia de Hussinek, e ingressou na universidade de Praga quando tinha uns dezessete anos. A partir de então toda a vida transcorreu na capital de seu país, excetuados seus dois anos de exílio e encarceramento de Constança. Em 1402 ele foi nomeado reitor e pregador da capela de Belém. Ali ele pregou com dedicação a reforma que tantos outros checos propugnaram desde os tempos de Carlos IV. Sua eloqüência e favor eram tamanhos que aquela capela em pouco se transformou no centro do movimento reformador. Vesceslau e sua esposa Sofia o escolheram por seu confessor, e lhe deram seu apoio. Alguns dos membros mais destacados da hierarquia começaram a encará-lo com receio, mas boa parte do povo e da nobreza parecia segui-lo, e o apoio dos reis ainda era suficiente importante para que os prelados não se atravessem a tomar medidas contra o pregador entusiasmado.
No mesmo ano que passou a ocupar o púlpito de Belém, Huss foi feito reitor da universidade, de modo que se encontrava em ótima posição para impulsionar a reforma. Ao mesmo tempo que pregava contra os abusos que havia na igreja Huss continuava sustentando as doutrina geralmente aceitas, e nem mesmo seus piores inimigos se atreviam a censurar sua vida ou sua ortodoxia. Huss era muito gentil e contava muito com o apoio popular.
Mais tarde o arcebispo se submeteu à vontade do rei, e reconheceu o papa pisano. Mas se vingou dos seus, solicitando deste papa, Alexandre V, que proibisse a posse da obras de Wycliff. O papa concordou, e proibiu, também as pregações fora das catedrais, dos mosteiros ou das igrejas paroquiais. Como o púlpito de Huss, na capela de Belém, não se enquadrava, nestas determinações, o golpe estava claramente dirigido contra ele. A universidade de Praga protestou. Mas Huss tinha agora de fazer a difícil escolha entre desobedecer o papa e deixar de pregar. Com o passar do tempo sua consciência se impôs. Ele subiu ao púlpito e continuou pregando a tão ansiada reforma. Este foi seu primeiro ato de desobediência, e ele se negou a ir, e em conseqüência o Cardeal Colonna o excomungou em 1411, em nome do papa, por não ter aceito à convocação papal. Mas apesar disto Huss continuou pregando em Belém e participando da vida eclesiástica, pois contava com o apoio dos reis e de boa parte do país. Assim Huss chegou a um dos pontos mais revolucionários da sua doutrina. Um papa indigno, que se opunha ao bem-estar da igreja, não deve ser obedecido. Huss não estava dizendo que o papa não era legítimo, pois continuava favorável ao papa pisano.
Outro incidente turbou a questão a questão ainda mais, João XXIII, o papa pisano, estava em guerra com Ladislau de Nápoles. Nesta contenda sua única esperança de vitória estava em obter o apoio, tanto militar como econômico, do restante da cristandade latina. O rei, entretanto, tinha interesse em manter boas relações com João XXIII. Entre outras razões para isso, a questão de ele ou seu irmão Sigismundo era o imperador legítimo ainda não fora decidida, e era possível que, se a autoridade de João XXIII viesse a se impor, seria ele quem teria de decidir a questão. Por isso o rei proibiu que a venda de indulgências continuasse sendo criticada. Sua proibição, todavia, veio tarde demais. A opinião de Huss e seus companheiros já era conhecida de todos, a ponto de terem surgido passeatas do povo, em protesto contra esta nova maneira de explorar o povo checo.
Enquanto isto João XXIII e Ladislau fizeram as pazes, e pretensa cruzada foi revogada. Huss, no entanto, para Roma ficou sendo o líder de um grande heresia, e até chegou-se a dizer que todos os boêmios eram hereges. Em 1412 Huss foi excomungado de novo, por não ter comparecido diante da corte papal, e foi fixado um prazo curto, para ele se apresentar. Se não fizesse, Praga ou qualquer outro lugar que lhe desse acolhida estaria sob interdito. Desta forma a suposta heresia de Huss resultaria em prejuízo da cidade.
Por esta razão o reformador checo decidiu abandonar a cidade onde tinha passado a maior parte de sua vida.
No dia 5 de junho de 1415 Huss compareceu diante do concilio. Poucos dias antes João XXIII tinha sido aprisionado e trazido de volta para Constança, Huss tivera seus piores conflitos com ele, era de seu supor que a situação do reformador melhoraria. Mas sucedeu o contrário, como se tivesse tentado fugir ou se já tivesse sido julgado.
Foi acusado formalmente de ser herege, e de seguir as doutrinas de Wycliff. Huss tentou expor suas opiniões, mas algazarra foi tamanha que ele não o pode. E a questão foi adiada para o dia 7 do mês seguinte. Não tinha maneira de resolver o conflito. De Alily queria que Huss se submetesse ao concilio, cuja autoridade não poderia ficar em dúvida. O concilio pedia unicamente que Huss se submetesse a ele, retratando-se das sua doutrinas, mas não o queria escutar. O cardeal Zabarella preparou um documento que exigia de Huss que se retratasse e Huss respondeu: "Apelo a Jesus Cristo, o único juiz todo-poderoso e totalmente Justo. Em suas mãos eu deponho a minha causa, pois Ele há de julgar cada um não com base em testemunhos falsos e concílios errados, mas na verdadeira justiça."
O encarceraram por vários dias para que fraquejasse, mas Huss continuou firme. Por fim no dia 6 de julho, ele foi levado para o catedral de Constança. Ali, depois de um sermão sobre a teimosia dos hereges, ele foi vestido de sacerdote e recebeu o cálice, somente para logo em seguida lha arrebatarem ambos, em sinal que estava perdendo suas ordens sacerdotais. Depois lhe cortaram o cabelo para estragar a tonsura, fazendo-lhe uma cruz na cabeça. Por ultimo lhe colocaram na cabeça uma coroa de papel decorada com diabinhos, e o enviaram para a fogueira. A caminho do suplício, ele teve de passar por uma pira onde ardiam seus livros. Mas uma vez o pediram que retratasse e mais uma vez ele negou com firmeza. Por fim orou, dizendo: "Senhor Jesus, por ti sofro com paciência esta morte cruel. Rogo-te que tenhas misericórdia dos meus inimigos."
Morreu cantando os salmos.
voce teria essa coragem de enfrenta tudo isto por uma causa.........?????
No mesmo ano que passou a ocupar o púlpito de Belém, Huss foi feito reitor da universidade, de modo que se encontrava em ótima posição para impulsionar a reforma. Ao mesmo tempo que pregava contra os abusos que havia na igreja Huss continuava sustentando as doutrina geralmente aceitas, e nem mesmo seus piores inimigos se atreviam a censurar sua vida ou sua ortodoxia. Huss era muito gentil e contava muito com o apoio popular.
Mais tarde o arcebispo se submeteu à vontade do rei, e reconheceu o papa pisano. Mas se vingou dos seus, solicitando deste papa, Alexandre V, que proibisse a posse da obras de Wycliff. O papa concordou, e proibiu, também as pregações fora das catedrais, dos mosteiros ou das igrejas paroquiais. Como o púlpito de Huss, na capela de Belém, não se enquadrava, nestas determinações, o golpe estava claramente dirigido contra ele. A universidade de Praga protestou. Mas Huss tinha agora de fazer a difícil escolha entre desobedecer o papa e deixar de pregar. Com o passar do tempo sua consciência se impôs. Ele subiu ao púlpito e continuou pregando a tão ansiada reforma. Este foi seu primeiro ato de desobediência, e ele se negou a ir, e em conseqüência o Cardeal Colonna o excomungou em 1411, em nome do papa, por não ter aceito à convocação papal. Mas apesar disto Huss continuou pregando em Belém e participando da vida eclesiástica, pois contava com o apoio dos reis e de boa parte do país. Assim Huss chegou a um dos pontos mais revolucionários da sua doutrina. Um papa indigno, que se opunha ao bem-estar da igreja, não deve ser obedecido. Huss não estava dizendo que o papa não era legítimo, pois continuava favorável ao papa pisano.
Outro incidente turbou a questão a questão ainda mais, João XXIII, o papa pisano, estava em guerra com Ladislau de Nápoles. Nesta contenda sua única esperança de vitória estava em obter o apoio, tanto militar como econômico, do restante da cristandade latina. O rei, entretanto, tinha interesse em manter boas relações com João XXIII. Entre outras razões para isso, a questão de ele ou seu irmão Sigismundo era o imperador legítimo ainda não fora decidida, e era possível que, se a autoridade de João XXIII viesse a se impor, seria ele quem teria de decidir a questão. Por isso o rei proibiu que a venda de indulgências continuasse sendo criticada. Sua proibição, todavia, veio tarde demais. A opinião de Huss e seus companheiros já era conhecida de todos, a ponto de terem surgido passeatas do povo, em protesto contra esta nova maneira de explorar o povo checo.
Enquanto isto João XXIII e Ladislau fizeram as pazes, e pretensa cruzada foi revogada. Huss, no entanto, para Roma ficou sendo o líder de um grande heresia, e até chegou-se a dizer que todos os boêmios eram hereges. Em 1412 Huss foi excomungado de novo, por não ter comparecido diante da corte papal, e foi fixado um prazo curto, para ele se apresentar. Se não fizesse, Praga ou qualquer outro lugar que lhe desse acolhida estaria sob interdito. Desta forma a suposta heresia de Huss resultaria em prejuízo da cidade.
Por esta razão o reformador checo decidiu abandonar a cidade onde tinha passado a maior parte de sua vida.
No dia 5 de junho de 1415 Huss compareceu diante do concilio. Poucos dias antes João XXIII tinha sido aprisionado e trazido de volta para Constança, Huss tivera seus piores conflitos com ele, era de seu supor que a situação do reformador melhoraria. Mas sucedeu o contrário, como se tivesse tentado fugir ou se já tivesse sido julgado.
Foi acusado formalmente de ser herege, e de seguir as doutrinas de Wycliff. Huss tentou expor suas opiniões, mas algazarra foi tamanha que ele não o pode. E a questão foi adiada para o dia 7 do mês seguinte. Não tinha maneira de resolver o conflito. De Alily queria que Huss se submetesse ao concilio, cuja autoridade não poderia ficar em dúvida. O concilio pedia unicamente que Huss se submetesse a ele, retratando-se das sua doutrinas, mas não o queria escutar. O cardeal Zabarella preparou um documento que exigia de Huss que se retratasse e Huss respondeu: "Apelo a Jesus Cristo, o único juiz todo-poderoso e totalmente Justo. Em suas mãos eu deponho a minha causa, pois Ele há de julgar cada um não com base em testemunhos falsos e concílios errados, mas na verdadeira justiça."
O encarceraram por vários dias para que fraquejasse, mas Huss continuou firme. Por fim no dia 6 de julho, ele foi levado para o catedral de Constança. Ali, depois de um sermão sobre a teimosia dos hereges, ele foi vestido de sacerdote e recebeu o cálice, somente para logo em seguida lha arrebatarem ambos, em sinal que estava perdendo suas ordens sacerdotais. Depois lhe cortaram o cabelo para estragar a tonsura, fazendo-lhe uma cruz na cabeça. Por ultimo lhe colocaram na cabeça uma coroa de papel decorada com diabinhos, e o enviaram para a fogueira. A caminho do suplício, ele teve de passar por uma pira onde ardiam seus livros. Mas uma vez o pediram que retratasse e mais uma vez ele negou com firmeza. Por fim orou, dizendo: "Senhor Jesus, por ti sofro com paciência esta morte cruel. Rogo-te que tenhas misericórdia dos meus inimigos."
Morreu cantando os salmos.
voce teria essa coragem de enfrenta tudo isto por uma causa.........?????
Deus nos Abençoe.
Pr. Edmundo
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